30 de junho de 2011

De Mochila pela Bélgica: Bruxelas e Brugge

Eu sempre quis conhecer a Bélgica por um motivo diferente da maioria das pessoas: visitar o museu do HQ e ver como nasceu o Tintim e os Smurfs. Sim, fique a vontade para rir, mas é um sonho de infância! 

Fizemos um roteiro de dois dias. Saímos de Dublin no sábado pela manhã e retornamos na segunda-feira no mesmo horário. Deixamos o sábado para conhecer alguns pontos turísticos em Bruxelas e o domingo para conhecer Brugge, a cidade medieval.

Fomos com a famosa Ryanair. Uma das companhias aéreas mais baratas da Irlanda, mas como sempre, o barato não é lá aquelas coisas...

Foi a primeira vez que viajei com a Ryanair e de uma coisa eu sei, só vale mesmo o preço! São várias restrições, aviões ruins, bancos apertados, mas enfim, na vida de um mochileiro o importante é chegar lá!

Pois é, “chegar lá” foi o ponto principal da nossa viagem. Conseguimos nos atrasar para ir ao aeroporto, pegamos um táxi e fizemos o taxista correr até lá (ele não correu tanto...), chegamos em cima da hora, cortamos a fila do Raio X, corremos feito loucas até o portão de embarque para ficar vinte minutos na fila da verificação da bagagem e então entrar no avião.

Mas chegamos em Bruxelas! :)

20 de junho de 2011

Street Performance World Championship - Where's Wally?

Do dia 16 ao dia 19/06, aconteceu em Dublin o Street Performance World Championship (SPWC).
O objetivo do evento era entrar no livro dos recordes, o Guinness Book, com a maior reunião de “Wally” do mundo em um único lugar. E o objetivo foi alcançado, foram registrados quase quatro mil Wallys no Merrion Square.
O mais interessante foi ver várias famílias participando do evento: pai, mãe e filhos caracterizados. Havia Wally de todas as idades perdidos pela cidade.
O SPWC contou com a participação de vários streets performance. O que chamou mais atenção foi The Space Cowboy, um australiano que “engolia” facas, fazia malabarismos com serra elétrica (ligada, claro...) entre outras loucuras.
O evento foi muito divertido com parque, comida, apresentações e por um milagre um domingo sem chuva!

14 de junho de 2011

De mochila pelo Egito!!

Cairo

Obs: mais fotos no Picasa (clique aqui)

Escolhi a Irlanda para fazer intercâmbio justamente porque é fácil viajar pela Europa saindo daqui. Há voos baratos para muitos destinos, mas nunca imaginei que um dia daqui iria parar no Egito.

Sempre sonhei em conhecer o Egito, mas ter visitado o país bem agora, foi uma ótima surpresa que eu fiz para mim mesma! =)

Foi uma viagem rápida de três dias, mas deu para aproveitar muito bem. Claro que voltarei para conhecer os belos templos de Luxor e Aswan. Não consegui visitá-los porque Luxor fica nove horas do Cairo, então... deixa para a próxima visita.

Saímos de Dublin no dia 03/06, com conexão em Londres. De Londres até o Egito foram cinco horas de viagem. A companhia aérea foi a Egyptair.

Chegamos no Cairo as 21h30 do horário local e fomos direto para o hotel. No caminho do aeroporto até  hotel, a impressão que eu tive foi que minha viagem acabaria ali mesmo. Se há leis de transito no Egito, com certeza elas não são respeitadas.

Nosso táxi correu tanto que me fez lembrar o ônibus peruano Soyus, quando eu fui de Lima para Nazca, parecia um foguete! Nosso motorista fez manobras incríveis pelas ruas do Cairo até chegar no hotel. Ainda bem que chegamos...

Reservamos a noite para acertar a hospedagem e tour. Como os dias eram contados, decidimos conhecer Giza no sábado e Alexandria no domingo.
No dia seguinte, enquanto aguardávamos nosso guia, tomamos um café da manhã egípcio servido pelo hotel. Só comi o pão com a geleia e tomei o chá sem o açúcar. Para quem me conhece sabe qual foi o destino do queijo... éca!
Depois do café da manhã, partimos para Giza, visitar as famosas e intrigantes pirâmides. Aquele frio na barriga cresceu quando da rodovia avistei Quéfren e Queops, foi demais!

Nosso guia, Salam foi super gentil. Aliás, todos os egípcios são gentis e atenciosos. Antes de viajar li muita coisa sobre o Cairo e a maioria dizia “cuidado”, mas o que acontece mesmo é que eles se oferecem para ajudar em qualquer coisa e pedem gorjeta pelos serviços prestados, mas isso quando você está no meio da rua com malas ou sacolas nas mãos.

Mas se você precisar de alguma informação, mesmo aqueles que não falam o inglês, tentam te ajudar de alguma forma. É um povo completamente hospitaleiro!

Antes de começar a aventura pelo deserto, conversamos com nosso guia e decidimos alugar camelos para nos levar até as pirâmides. Como a distancia entre as pirâmides e outra é grande, essa era a melhor opção em um dia de calor inexplicável.

Meu amigo escolheu um cavalo e eu, claro, escolhi um camelo. Poxa, estou no Egito, vou andar um pedaço do deserto em um cavalo? Não, eu escolhi o Michael Jackson (esse é o nome do camelo que me acompanhou durante todo o caminho).

O Michael Jackson chegou, sentou, reclamou um pouquinho, ficou quietinho e o guia pediu para eu subir. Desastrada do jeito que sou, demorei alguns minutos para subir no camelo mas consegui.

Quando o Michael Jackson se levantou percebi que eu queria um cavalo. É muuuuuuuuuito alto! Muuuuuito mesmo! Mas enfim, não desisti do meu bichano e fiquei na torcida para ele não inventar um moonwalking no meio do deserto!
Não sei explicar a sensação que eu tive quando olhei as pirâmides pela primeira vez no deserto. Sou apaixonada por lugares históricos, pela história, por saber como tudo começou. 

Ver bem ali na minha frente a única das sete maravilhas do mundo antigo que resiste ao tempo e aos humanos, foi demais!

13 de junho de 2011

Observação referente ao arquivo de video "Enquanto isso em Dublin"

Olá Pessoal!

Não sei o que aconteceu, mas o Mozilla está com problemas em abrir o arquivo de video com imagens ao vivo de Dublin.

As imagens serão exibidas normalmente se você utilizar o Explorer para visualizar o blog.

Não deixam de conferir ao vivo o "verão" de Dublin! hehe

Para assistir o video em tamanho maior, é só clicar aqui: "Enquanto isso em Dublin..." 

Beijos!

12 de junho de 2011

Quatro meses depois e mais novidades...

Quatro meses e a impressão que tenho é de estar aqui há muito mais tempo.

Segue o resumo:
  
- Dois meses de trabalho! Ser “marinete” na Europa não é fácil! Acredito que não seja em qualquer lugar do mundo. Por exemplo, eu tenho duas horas para organizar um prédio de quatro andares. Para deixar tudo em ordem em um curto tempo, você acabada adotando o jeitinho irish de fazer as coisas...


- As leis trabalhistas na Irlanda são bem diferentes das existentes no Brasil. Não sei muito bem como se aplicam todas aqui, mas voi fazer um post sobre isso logo mais. 

- O máximo de horas permitidas para o trabalho, se você ainda for estudante, são 20h semanais. Em caso de holiday na escola, você pode solicitar mais horas de trabalho (mediante uma carta da escola) e exercer suas atividades em 40h semanais.